domingo, 8 de janeiro de 2017

Valdemiro Santiago é esfaqueado em culto


Líder está hospitalizado e acompanhado de familiares



Valdemiro Santiago é esfaqueado em cultoValdemiro Santiago é esfaqueado em culto
O líder da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), Valdemiro Santiago, foi esfaqueado durante um culto ocorrido na manhã deste domingo (8/1). Segundo vídeo divulgado por Juliana Santiago gravado no hospital, Valdemiro contou o ocorrido.
“Acabando de ouvir um milagre, um testemunho, entrou alguém, não sei quem é, não vi, por trás […] e deu uma facada no pescoço, ou uma navalha, não sei, mas fiquem tranquilos, porque só vai quando Deus quer”, afirmou Valdemiro.
Ao lado de familiares, Valdemiro prometeu que em um futuro próximo voltaria a exercer suas atividades como pastor na instituição. “Eu volto aí para vocês, para abençoar vocês, em nome de Jesus”, disse o líder, que pediu orações.
Corte no pescoço de Valdemiro Santiago
Por fim, Valdemiro afirmou que espera o perdão divino ao autor dos ataques. “Ela carece de misericórdia, perdão. Não sei quem é, mas tá perdoada em nome de Jesus, tá abençoada. E quem mandou também tá perdoado e abençoado”.
Autor e a arma do ataque.
Assista o depoimento de Santiago:

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Warlem da mercearia é o novo presidente da câmara municipal de Turmalina

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No último domingo foi realizada a reunião da câmara municipal de Turmalina e  foi marcada pela posse dos novos vereadores e pela eleição do novo presidente da casa.
A chapa vencedora para o biênio 2017-2018(vereadores ligados a oposição),  obteve seis votos contra cinco votos obtidos pela chapa com representantes ligados ao atual prefeito Carlinhos Barbosa.
A nova mesa diretora será composta pelos seguintes vereadores:
Warlem da mercearia : Presidente
Noraldino : Vice presidente
Petrônio  : Secretário
A chapa que perdeu a eleição é a seguinte:
Belo: Presidente
Osmano: Vice presidente

Leninha: Secretária

O fato de representantes da oposição vencerem a disputa pela presidência da câmara mostra que o atual governo de Carlinhos Barbosa terá que melhorar sua relação com o legislativo e mostrar poder de articulação política dentro da câmara para realizar um bom governo.

Prefeito Carlinhos Barbosa divulga o nome de alguns secretários da nova administração




O novo prefeito de Turmalina: Carlinhos Barbosa anunciou ontem o nome de alguns secretários que farão parte da atual administração.
Em uma festa realizada na praça da matriz o atual prefeito Carlinhos Barbosa criticou a antiga administração que segundo ele chegou a gastar meio milhão de reais na realização do Festur e deixou os funcionários da prefeitura sem receber o pagamento e décimo terceiro salário.
Segundo o prefeito Carlinhos Barbosa alguns nomes ainda não foram definidos e serão revelados no decorrer dos dias e disse ainda que a  atual administração contará com oito secretarias e as outras pastas virarão  departamentos.
O próprio prefeito anunciou os nomes dos secretários que estão listados a seguir:
Agricultura: Neguinho de Maria de Cula
Saúde: Tú do Hospital
Educação: Zara Macêdo
Obras: Quincas construtor
Assistência social: Ereni (esposa do prefeito Carlinhos Barbosa)
Chefe de gabinete: Marcos Antunes (Ninin)
O departamento  de cultura também já foi anunciado. Será de responsabilidade de Wilson Adriano
 ( Ity ) que cuidará do departamento de cultura turmalinense.
 O fato de um governo começar sem todos os nomes definidos para comporem administração é estranho e pode ser fruto da dificuldade para se cumprirem acordos políticos ou de um governo que já começa com problemas organizacionais.

domingo, 1 de janeiro de 2017

A vida só não é continuidade de ontem quando a atitude de hoje é diferente da anterior.

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Não Sou de acreditar que os anos representam fases ou que possam ser marcados por serem ano disso ou daquilo, embora não discrimine quem o faça. Creio que as datas atendam à necessidade humana de se contar o tempo.
Se a gente parar e pensar os dias seguiriam naturalmente mesmo  sem a nossa contagem  ou sem nomearmos os meses. Exemplo: uma dieta terá o mesmo efeito se  começarmos em uma sexta feira ao invés de a deixarmos sempre pra segunda. Um projeto pessoal pode ser começado no dia 15 de fevereiro ou no dia 20 de novembro que se não tiver empenho pessoal e passar por algumas variantes não serão completado.
O que faz de um ano diferente do outro são as vivências experimentadas ao longo de um tempo, nossas atitudes em busca de objetivos pessoais ou coletivos e as frustrações por projetos não alcançados.
Por ter tempos nomeados por: dias, meses e anos,etc, entendemos que um ano foi píor ou melhor que o outro, mas a vida só não é continuidade de ontem quando a atitude de hoje é diferente da anterior.
Albert Einstein dizia que: " insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”, algumas pessoas acreditam que é a mudança no calendário que vai trazer uma guinada em suas vidas , mas a mudança no calendário nem sempre vem acompanhada por atitudes que possam tornar mais  relevantes as nossas vidas.
Muitas vezes nos falta objetivo, fé e perseverança e nos sobram projetos vazios que sem busca incessante da nossa parte ficarão pelo calendário.
Que o nosso animo seja diferente daqui pra frente para que 2017,2018,2058,etc,  nos façam especiais para o mundo que vivemos .Que juntamente com o Pai Celestial façamos agora sem esperar que datas mudem o que só nós conseguiremos mudar.
Um grande abraço e já que o calendário está em todo lugar, que 2017 seja infinitamente melhor que 2016!

Deus nos abençoe sempre!

Uma polêmica chamada maçonaria


Uma polêmica chamada maçonaria

Considerada pagã pela maioria dos evangélicos, entidade abriga muitos crentes em suas fileiras.

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Ela costuma causar nos crentes um misto de espanto e rejeição. Pudera – com origens que se perdem nos séculos e um conjunto de ritos que misturam elementos ocultos, boa dose de mistério e uma espécie de panaceia religiosa que faz da figura de Deus um mero arquiteto do universo, a maçonaria é normalmente repudiada pelos evangélicos. Contudo, é impossível negar que a história maçônica caminha de mãos dadas com a do protestantismo. Os redatores do primeiro estatuto da entidade foram o pastor presbiteriano James Anderson, em Londres, na Inglaterra, em 1723, e Jean Desaguliers, um cristão francês. Devido às suas crenças, eles naturalmente introduziram princípios religiosos na nova organização, principalmente devido ao fim a que ela se destinava: a filantropia. O movimento rapidamente encontrou espaço para crescer em nações de tradição protestante, como o Reino Unido e a Alemanha, e mais tarde nos Estados Unidos, com a colonização britânica. Essa relação, contudo, jamais foi escancarada. Muito pelo contrário – para a maior parte dos evangélicos, a maçonaria é vista como uma entidade esotérica, idólatra e carregada de simbologias pagãs.
Isso tem mudado nos últimos tempos. Devido a um movimento de abertura que atinge a maçonaria em todo o mundo, a instituição tem se tornado mais conhecida e perde, pouco a pouco, seu aspecto enigmático. Não-iniciados podem participar de suas reuniões e cada vez mais membros da irmandade assumem a filiação, deixando para trás antigos temores – nunca suficientemente comprovados, diga-se – que garantiam que os desertores pagavam a ousadia com a vida. A abertura traz à tona a uma antiga discussão: afinal, pode um crente ser maçom? Na intenção de manter fidelidade à irmandade que abraçaram, missionários, diáconos e até pastores ligados à maçonaria normalmente optam pelo silêncio. Só que crentes maçons estão fazendo questão de dar as caras, o que tem provocado rebuliço. A Primeira Igreja Batista de Niterói, uma das mais antigas do Estado do Rio de Janeiro, vive uma crise interna por conta da presença de maçons em sua liderança. A congregação já estuda até uma mudança em seus estatutos, proibindo que membros da sociedade ocupem qualquer cargo eclesiástico.
Procurada por CRISTIANISMO HOJE, a Direção da congregação preferiu não comentar o assunto, alegando questões internas. Contudo, vários dos oficiais da igreja são maçons há décadas: “Sou diácono desta igreja há 28 anos e maçom há mais de trinta. Não vejo nenhuma contradição nisso”, diz o policial rodoviário aposentado Adilair Lopes da Silveira, de 58 anos, mestre da Loja Maçônica Silva Jardim, no município de mesmo nome, a 180 quilômetros da capital fluminense. Adilair afirma que há maçons nas igrejas evangélicas de todo Brasil, dezenas deles entre os membros de sua própria congregação e dezesseis entre os 54 membros da loja que frequenta: “Por tradição, a maioria deles é ligada às igrejas Batista ou Presbiteriana. Essas são as duas denominações em que há mais a presença histórica maçônica”, informa.
Um dos poucos crentes maçons que se dispuseram a ser identificados entre os 17 procurados pela reportagem, o ex-policial acredita que a sociedade em geral, e os religiosos em particular, nada têm a perder se deixarem “imagens distorcidas” acerca da instituição de lado. “Há preconceito por que há desconhecimento. Alguns maçons, que queriam criar uma aura de ocultismo sobre eles no passado, acabaram forjando essa coisa de mistério”, avalia. “Já ouvi até histórias de que lidamos com bodes ou imagens de animais. Isso não acontece”, garante. Segundo Adilair, o único mistério que existe de fato diz respeito a determinados toques de mão, palavras e sinais com os quais os maçons se identificam entre si – mas, segundo ele, tudo não passa de zelo pelas ricas tradições do movimento, que, segundo determinadas correntes maçônicas, remontam aos tempos do  rei hebreu, Salomão. E, também, para relembrar tempos difíceis. “São práticas que remontam ao passado, já que nós, maçons, fomos muito perseguidos ao longo da história”.
Adilair adianta que não aceitaria uma mudança nos estatutos da igreja para banir maçons da sua liderança. Tanto, que ele e seus colegas de diaconato que pertencem ao grupo preparam-se para, se for o caso, ingressar na Justiça, o que poderia desencadear uma disputa que tende a expor as duas partes em demanda. Eles decidiram encaminhar uma cópia da proposta do regimento ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Luiz Zveiter. “Haverá uma enxurrada de ações na Justiça se isso for adiante, não tenho dúvidas”, afirma o diácono. A polêmica em torno da adesão de evangélicos à maçonaria já provocou até racha numa das maiores denominações do país, a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), no início do século passado (ver abaixo).
O pastor presbiteriano Wilson Ferreira de Souza Neto, de 43 anos, revela que já fez várias entrevistas com o intuito de ser aceito numa loja maçônica do município de Santo André, região metropolitana de São Paulo. O processo está em andamento e ele apenas aguarda reunir recursos para custear a taxa de adesão, importância que é usada na manutenção da loja e nas obras de filantropia: “Ainda não pude disponibilizar uma verba para a cerimônia de iniciação, que pode variar de R$ 1 mil a cinco mil reais e para a mensalidade. No meu caso, o que ainda impede o ingresso na maçonaria é uma questão financeira, e não ideológica” diz Wilson, que é mestre em ciências da religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e estuda o tema há mais de uma década.
“Pessoas próximas sabem que sou maçom e isso inclui vários membros de minha igreja”, continua o religioso. “Alguns já me questionaram sobre isso, mas após várias conversas nas quais eu os esclareci, tudo foi resolvido”. Na mesma linha vai outro colega de ministério que prefere não revelar o nome e que está na maçonaria há sete anos. “Tenho 26 anos de igreja, seis de pastorado e posso garantir que não há nenhuma incompatibilidade de ser maçom e professar a fé salvadora em Cristo Jesus nosso Senhor e Salvador”, afirma. Ele ocupa o posto de mestre em processo dos graus filosóficos e diz que foi indicado por um pastor amigo. “Só se pode entrar na maçonaria por indicação e, não raro, os pastores se indicam”. Para o pastor, boa parte da intolerância dos crentes em relação à maçonaria provém de informações equivocadas transmitidas por quem não conhece suficientemente o grupo.

“SEM CAÇA ÀS BRUXAS”
Procurados com insistência pela reportagem, os pastores Roberto Brasileiro e Ludgero Bonilha, respectivamente presidente e secretário-geral do Supremo Concílio da IPB, não retornaram os pedidos de entrevista para falar do envolvimento de pastores da denominação com a maçonaria. Mas o pastor e jornalista André Mello, atualmente à frente da Igreja Presbiteriana de Copacabana, no Rio, concordou em atender CRISTIANISMO HOJE em seu próprio nome. Segundo ele, o assunto é recorrente no seio da denominação. “O último Supremo Concílio decidiu que os maçons devem ser orientados, através do Espírito Santo, sem uso de coerção ou força, para que deixem a maçonaria”, conta Mello, referindo-se ao Documento CIV SC-IPB-2006, que trata do assunto. O texto, em determinado trecho, considera a maçonaria como uma religião de fato e diz que a divindade venerada ali, o Grande Arquiteto do Universo, é uma entidade “vaga”, sem identificação com o Deus soberano, triúno e único dos cristãos.
O pastor, que exerce ainda o cargo de secretário de Mocidade do Presbitério do Rio, lembra que, assim como as diferentes confissões evangélicas têm liturgias variadas e suas áreas de conflito, as lojas maçônicas não podem ser vistas em bloco – e, por isso mesmo, defende moderação no trato da questão. “Vejo algum exagero na perseguição aos maçons, pois estamos tratando de um problema de cem anos atrás, deixando de lado outros problemas reais da atualidade, como a maneira correta de lidar com o homossexualismo”. O pastor diz que há mais presbíteros do que pastores maçons – caso de seu pai, que era diácono e também ligado à associação. “Eu nunca fui maçom, mas descobri coisas curiosas, como por exemplo, o fato de haver líderes maçons de várias igrejas, inclusive daquelas que atacam mais violentamente a maçonaria. “Não acredito que promover caça às bruxas faça bem a nenhum grupo religioso”, encerra o ministro. “Melhor do que aprovar uma declaração contra alguém é procurá-lo, orar por ele, conversar, até ganhar um irmão.”
O presidente do Centro Apologética Cristão de Pesquisa (CACP), pastor João Flávio Martinez, por sua vez, não deixa de fazer sérios questionamentos à presença de evangélicos entre os maçons. “O fato é que, quando falamos em maçonaria, estamos falando de outra religião, que é totalmente diferente do cristianismo. Portanto, é um absurdo sequer admitir que as duas correntes possam andar juntas”. Lembrando que as origens do movimento estão ligadas às crenças misteriosas do passado, Martinez lembra o princípio bíblico de que não se pode seguir a dois senhores. “Estou convencido de que essa entidade contraria elementos básicos do cristianismo. Ela se faz uma religião à medida que adota ritos, símbolos e dogmas, emprestados, muitos deles, do judaísmo e do paganismo”, concorda o pastor batista Irland Pereira de Azevedo.
Aos 76 anos de idade e um dos nomes mais respeitados de denominação no país, Irland estuda o assunto há mais de três décadas e admite que vários pastores de sua geração têm ou já tiveram ligação com a maçonaria. Mas não tem dúvidas acerca de seu caráter espiritual: “Essa instituição contraria os mandamentos divinos ao denominar Deus como grande arquiteto, e não como Criador, conforme as Escrituras”. Embora considere a maçonaria uma entidade séria e com excelentes serviços prestados ao ser humano ao longo da história, ele a desqualifica do ponto de vista teológico e bíblico. “No meu ponto de vista, ela não deve merecer a lealdade de um verdadeiro cristão evangélico. Entendo que em Jesus Cristo e em sua Igreja tenho tudo de que preciso como pessoa: uma doutrina sólida, uma família solidária e razão para viver e servir. Não sou maçom porque minha lealdade a Jesus Cristo e sua igreja é indivisível, exclusiva e inegociável.”


Ligações perigosas

Crentes reunidos à porta de templo da IPI nos anos 1930: denominação surgiu por dissidência em relação à maçonaria.

As relações entre algumas denominações históricas e a maçonaria no Brasil são antigas. Os primeiros missionários americanos que chegaram ao país se estabeleceram em Santa Bárbara (SP), em 1871. Três anos depois, parte desses pioneiros, entre eles o pastor Robert Porter Thomas, fundou também a Loja Maçônica George Washington naquela cidade. O espaço abrigou, em 1880, a reunião de avaliação para aprovação ao ministério de Antônio Teixeira de Albuquerque, o primeiro pastor batista brasileiro. Tanto ele quanto o pastor que o consagrou eram maçons.
Quando o missionário americano Ashbel Green Simonton (1833-1867) chegou ao Brasil, em 12 de agosto de 1859, encontrou, na então província de São Paulo, cerca de 700 alemães protestantes. Sem ter onde reuni-los, Simonton – que mais tarde lançaria as bases da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) – aceitou a oferta de maçons locais que insistiram para que ele usasse sua loja, gratuitamente, para os trabalhos religiosos. A denominação, que abrigava diversos maçons, sofreu uma cisão em 31 de julho de 1903. Um grupo de sete pastores e 11 presbíteros entrou em conflito com o Sínodo da IPB porque a denominação não se opunha a que seus membros e ministros fossem maçons. Foi então fundada a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPI).
Ultimamente, a IPB vem reiteradamente confirmando a decisão de impedir que maçons exerçam não só o pastorado, como também cargos eclesiásticos como presbíteros e diáconos. As últimas resoluções do Supremo Concílio sobre o assunto mostram o quanto a maçonaria incomoda a denominação. Na última reunião, ficou estabelecida a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçons e a fé cristã. Ficou proibida a aceitação como membros à comunhão da igreja de pessoas oriundas da maçonaria “sem que antes renunciem à confraria” e a eleição, ao oficialato, de candidatos ainda ligados àquela entidade.
Fonte: Cristianismo Hoje

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

AS NOVINHAS DO FUNK GOSPEL: IGREJA EVANGÉLICA PROMOVE DISPUTA DE FUNK ENTRE ADOLESCENTES





De todos os ritmos brasileiros, o funk é o que mais causa divisões e desafetos. Com sua batida sincopada e letras que denigrem as mulheres e exaltam o tráfico de drogas e o estilo de vida à margem da lei, ele nem de longe parece refletir a imagem de Deus, como acontece em outras manifestações artísticas.

Mas aquilo que é impróprio para as ruas e discotecas tem sido levado para dentro das igrejas. Ao menos é o que mostra o vídeo que se tonou viral na última semana. Nele, um grupo de adolescentes sensualizam ao ritmo de um funk gospel.

O episódio teria acontecido na Igreja Mundial do Poder de Deus (MPD), em BH. A ideia incial da igreja é ter membros de todas as idades, mas nem todos os fiéis estão concordando com a forma como isso acontece, pois ao ganhar os jovens, esta igreja tem deixado de lado o próprio evangelho.

Na verdade, a MPD é considerada uma seita, e não uma igreja evangélica, por denominações cristãs sérias e ortodoxas. Mesmo assim, a exploração da sensualidade adolescente em um templo que se diz evangélico é uma prática absurdamente incoerente.

Assista o vídeo:


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COMO LIDAR COM ALGUÉM QUE SE AUTOMUTILA






Por Sharon Dickens

“As pessoas falam que é por atenção, mas eu não penso assim. Eles apenas se sentem sem valor”. (mulher escocesa anônima)

Qual o primeiro pensamento que vem à mente quando usamos as palavras automutilação ou autolesão? Para muitos, será a imagem de uma pessoa jovem com cicatrizes ou queimaduras visíveis em seus braços. Mas definir o ato de deliberadamente causar mal a si mesmo inclui muito mais do que cortar e pode incluir asfixia, morder, bater a cabeça, surrar-se, furar-se, arranhar-se, autonegligência, quebrar ossos, transtornos alimentares, arrancar os cabelos, queimar-se, amputar membros, mutilação genital, auto-envenenamento e assim por diante. A lista é quase interminável.


Uma pesquisa com jovens escoceses afirmou que quase 20% das mulheres e 7% dos homens revelaram que a “automutilação” foi uma ocorrência na vida. O Reino Unido tem a maior taxa de automutilação na Europa e a maior proporção de pessoas que se automutilam estão estatisticamente entre 11–25 anos de idade. Infelizmente, a automutilação não se limita exclusivamente à juventude. É algo que estamos muito familiarizados em mulheres em todas as faixas etárias.

Um dos melhores recursos visuais que eu já vi para nos ajudar a entender a automutilação é o simples balão de festa. O balão é a imagem visual das nossas vidas quando o stress vem chamando. As provações aparecem e a pressão aumenta dentro (e o nosso balão explode). Agora, há muitas maneiras de lidar com essa pressão. Alguns simplesmente a deixam explodir em raiva (o balão deles explode fazendo um barulho enorme. Porém, a pressão imediata foi embora. O lado negativo é que o balão foi destruído, fez uma bagunça e deu àqueles mais próximos a eles um pouco de susto). Outros respondem ao stress ficando ausentes (exemplificado por largar o balão e vê-lo flutuar soprado pelo vento até que ele volte

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a terra totalmente esvaziado). Depois, há aqueles que se automutilam (exemplificado por pegar o “pescoço” do balão puxá-lo apertando e cortar um pedaço da borracha com a tesoura. A pressão então é liberada lentamente, tal como uma válvula de segurança do balão enquanto esvazia-se pouco a pouco).

Por que alguém se automutilaria?
Muitos sugerem que é um mecanismo de enfrentamento para lidar com a turbulência emocional, mental e física indesejada. Ed Welch, em Self-Harm: When Pain Feels Good [Automutilação: Quando A Dor Faz Sentir Bem] fala que automutiladores “Simplesmente não sabem como viver com emoções turbulentas”. Mas eu acho que é mais complexo do que uma maneira de lidar com o stress emocional. Algumas pessoas claramente fazem como uma forma de autopunição, outros por reencenação do abuso, adoração, purificação, proteção, autoimagem distorcida e até mesmo controle (para citar apenas algumas razões).

É o último modismo?
A automutilação não é recente, como vemos em 1Reis 18:28: “E eles clamavam em altas vozes e se retalhavam com facas e com lancetas, segundo o seu costume, até derramarem sangue”. Eles acreditavam que se cortando satisfariam seus deuses. Na Idade Média, muitos cristãos praticaram a autoflagelação como uma forma de adoração. Assim, isso existe há algum tempo.

É verdade que as estatísticas mostram um aumento no número de pessoas que são automutiladoras, mas isso é evidência de um modismo? As pessoas estão apenas fazendo o que elas têm visto ou ouvido falar de amigos? A maior parte da pesquisa que eu li sugeriu que, no geral, não é um comportamento ensinado, porque a maior parte da automutilação é feita em particular. Há muitas camadas e perguntas que precisam ser feitas e tiradas antes de nós podermos simplesmente atribuir o aumento da automutilação registrada unicamente ao último modismo ou a uma fase que alguém esteja passando. Nós devemos ter cuidado, portanto, em nosso aconselhamento, para não presumirmos que é somente uma fase ou um modismo. Devemos ter cuidado ao simplificar questões e apenas dar técnicas de enfrentamento às pessoas até que sua fase percebida tenha acabado. Eu ouvi falar de muitas dessas técnicas, incluindo:

 • Usar um marcador vermelho para marcar onde você geralmente poderia cortar;
 • Bater em um saco de pancadas para soltar a raiva e a frustação;
 • Socar travesseiros e almofadas, ou dar um bom grito em um travesseiro ou almofada;
 • Esfregar gelo em toda sua pele onde você geralmente poderia cortar ou segurar um cubo de gelo na dobra do seu braço ou perna;
 • Ficar ao ar livre e dar uma caminhada rápida;
 • Escrever sentimentos negativos em um pedaço de papel e, em seguida, rasgá-lo;
 • Manter um diário;
 • Rabiscar em um pedaço grande de papel com um lápis de cera ou caneta vermelha;
 • Colocar elásticos nos pulsos, braços e pernas e puxá-los ao invés de cortar ou bater.

O problema com essas técnicas é que elas são apenas um alívio e uma correção temporários que não resolvem as questões mais profundas. Algumas podem ser úteis, mas o aconselhamento cristão deve se preocupar não somente com respostas, mas com a abordagem do cerne das questões.

Esperança em Cristo
Eu raramente tenho encontrado este assunto sendo discutido em círculos cristãos com alguma profundidade. Eu não sei porque isso acontece, mas eu sei de uma coisa com certeza. Há cristãos que se automutilam, e isso pode trazer consigo uma camada adicional da culpa e da vergonha que um automutilador já experimenta.

A boa notícia é que há esperança e liberdade do ciclo de automutilação em Jesus Cristo. Contudo, muito frequentemente, há uma desconexão entre a verdade bíblica que nós professamos saber e a realidade de como vivemos.



A mentira em que se acredita                                        

  1. Eu sou culpado – Eu devo ser punido.          
  2. Eu mereço isso
  3. Machucar a mim mesmo é a única maneira de impedir os sentimentos.
  4. Dessa forma eu ganho controle sobre…
  5. Eu sou feio, burro, gordo, medonho, difícil de amar.
  6. Me ajude!


A verdade para o crente

  1. Nós podemos encontrar perdão em Cristo e no que ele fez, não no que podemos fazer.
  2. Todo o julgamento de Deus caiu sobre Cristo. Ele tomou o nosso lugar, pagou a nossa dívida; nós somos perdoados por causa de Cristo.
  3. Compartilhe a dor com aquele que nos ama. Volte-se par ele.
  4. O Senhor está no controle e nele podemos confiar.
  5. Eu sou feito à imagem gloriosa de Deus.
  6. Salmos 4.1: “Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça; na angústia, me tens aliviado; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração”. Os Salmos nos ensinam a clamar a Deus, ele ouve.


“Não importa quanto pecado nós encontremos em nós mesmos, há graça e misericórdia mais que suficientes para nos perdoar e mudar. Deus tem alegria em nos perdoar.” (Ed Welsh)


Como nós podemos ajudar irmãos e irmãs a lidar com a sua automutilação? Encoraje-os no seguinte:

 1. Esteja na Palavra diariamente: Conheça a Deus e suas verdades. Memorize a Escritura para que quando as mentiras começarem a se instalar, você possa lembrar a si mesmo da verdade. A luz da Palavra de Deus vai sempre dissipar as trevas das palavras falsas.

 2. Ore e peça ajuda: Vá à fonte de toda ajuda.

Seja honesto! A automutilação gosta de privacidade e sigilo. É muito fácil quando você está em seu mundo secreto se retirar e esconder o seu comportamento. Seja honesto com Deus e com um bom parceiro maduro de prestação de contas. Não dê espaço a Satanás.

 3. Seja sábio: A mudança é possível, mas você precisa ser sábio. Reconheça os seus hábitos e padrões de mutilação para que você possa fugir da tentação e mudar o seu padrão habitual. Desenvolva uma estratégia.

 4. Fracasse bem: Velhos hábitos e comportamentos persistentes e prolongados são difíceis de serem mudados. Se e quando você fracassar e ceder à tentação, fracasse bem. O que eu quero dizer com isso é confessar imediatamente. Não esconda. Tudo o que isso vai fazer é agravar e provavelmente aumentar seu pecado. Corra rapidamente para Deus, busque e receba o seu perdão.

 5. Continue perseverando: A mudança é difícil e confusa. É dolorosa e pode levar anos. Peça a Deus para nos ajudar a perseverar na tentação.

 6. Mantenha o fim à vista: Olhe para a esperança da eternidade.

Se você conhece alguém que você suspeita que esteja se automutilando, a tentação pode ser agir sem pensar e instantaneamente tentar impedir o comportamento. Para ser honesta, é compreensível querer salvar aqueles que amamos do mal (mesmo deles próprios). Mas faça uma pausa e desacelere, converse com eles e compartilhe as suas preocupações. Por trás do comportamento deles, pode haver motivações que você pode até achar comuns, como medo, desejo por controle, desespero e raiva. Procure o conselho sábio dos seus presbíteros ou de um crente maduro de confiança. Aja sabiamente e com tato piedoso. Ore por eles. Aponte-os a fonte de toda ajuda e confie-os ao cuidado dele. Será uma longa caminhada ao seu lado e devemos agir sempre com o mesmo grande amor sofredor, paciente e gracioso que o nosso Pai celestial estendeu a nós em Jesus.


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Traduzido por Eulina e Juan Siqueira - Ministério Fiel - Via Voltemos ao Evangelho